A nutricionista Estela Rabito fala sobre os benefícios da carne suína para a saúde
Em se tratando da consumação de carne suína pelos países, hoje, esta atinge a proporção de 64% contra 27% da carne bovina, e 8% da carne de frango. A exceção está no Brasil, onde ela aparece na terceira colocação.
Há 30 anos, os porcos eram criados sem cuidados, soltos e ao redor das fazendas, comendo tudo que encontravam pelo chão. A finalidade da criação desses animais era produzir banha, pois não existia óleo vegetal e todos os alimentos eram preparados com ela.
Nota-se na atualidade, que o interesse dos criadores de porcos não é mais pela produção de banha, e sim pela própria carne.
A nutricionista Estela Rabito ressalta que, o consumo de carnes em geral é essencial à alimentação humana, e em uma quantidade de, no mínimo, duas porções por dia.
“Além disso, a ingestão da carne é importante para o fortalecimento dos cabelos e unhas. Ela atua como proteína e fonte de ferro no organismo humano”, acrescenta Rabito.
Quanto à alimentação suína, a nutricionista destaca alguns fatores positivos. “A carne de porco possui um teor adequado de proteínas, uma boa combinação de aminoácidos e uma excelente fonte de vitaminas”.
Ainda segundo Estela Rabito, o problema da ingestão de carne suína está na forma de preparar o alimento. “Se for dada uma atenção especial para o corte e uso de óleo no modo de preparo, ela deixa de oferecer riscos à saúde, como o problema de colesterol. Quando cortado, e separado o condimento da gordura, a carne passa a não oferecer tantos riscos à saúde”, explica.
O condimento de porco, seguido de suas devidas adequações, pode beneficiar todas as faixas etárias.
A nutricionista orienta às pessoas “que optem pelos pedaços menos gordurosos da carne de porco, como o lombo, que também é muito saboroso”, finaliza Rabito.
Fonte: Jornal de Uberaba
Publicado por suino.com