Ainda este ano, em algumas regiões, chega ao mercado a segunda geração da biotecnologia para a cultura de milho. A novidade é que o agricultor não vai mais precisar fazer o refúgio de 10% do plantio, ele vai poder fazer apenas 5%. Com isso, o produtor vai ter aumento de produtividade porque vai usar menos milho tradicional misturado ao novo híbrido.
— Se ele fizer o manejo correto, com a nova geração, ele terá mais rentabilidade. Mas a tecnologia, por si só, não faz tudo sozinha. O produtor não pode abrir mão de cuidados básicos de manejo como tecnologia de adubação, controle de plantas daninhas e tratamento de sementes — alerta Marcel Torres, gerente regional de vendas das sementes Agroceres.
A primeira geração de biotecnologia para a cultura de milho (chamada YieldGard) criou, em 2008, híbridos com uma proteína adicionada à semente que controla as principais pragas: a lagarta da espiga, lagarta do cartucho e a broca do colmo. Com o avanço tecnológico, foi possível criar, no fim do ano passado, a segunda geração (chamada YieldGard VT Pro), que usa duas proteínas de controle às pragas e melhora ainda mais a produtividade.
As sementes vão entrar no mercado ainda este ano, em algumas regiões do País, e devem estar disponíveis em todo o Brasil para a safrinha 2011.
Fonte: Portal Dia de Campo
Publicado por suino.com